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Aqui você encontra as nossas ultimas novidades. Nossos objetivos estão em valorizar e preservar a integridade física, mental e a qualidade de vida dos empregados. Tornando-os mais colaborativos e participativos, buscando maior satisfação no trabalho, evitando prejuízos, absenteísmo e tornando sua empresa mais competitiva no mercado de trabalho.

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Ministério do Trabalho faz “arrastão” em empresas do setor metal mecânico do Oeste

 

Com a fiscalização o sindicato profissional exige o cumprimento das legislações que promovem saúde e segurança da categoria

 

Chapecó (9.9.2014) - Inicia nesta quarta-feira (10) rigorosa operação para fiscalizar empresas do ramo metal mecânico do Oeste. Auditores do Ministério do Trabalho de Santa Catarina promovem vistoria para conferir a aplicabilidade, ou não, das leis que asseguram saúde qualidade e a necessária segurança aos trabalhadores. Os infratores flagrados poderão sofrer pesadas autuações, entre elas elevadas multas.

 

A iniciativa do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânica e do Material Elétrico de Chapecó “não tem nenhuma outra intenção, que não seja garantir os direitos dos profissionais”, argumenta o presidente do Stimmme Pedro Campos Neto. A “Operação Desobediência” será desencadeada em duas fases. A primeira ocorre nesta quarta, quinta e sexta-feira e a segunda vai de 22 a 26 deste mês. O presidente do sindicato disse que serão “visitadas” empresas dos municípios de Chapecó, Pinhalzinho, Maravilha, Modelo e Saudades, principais polos produtivos da região.

 

A indolente posição patronal em relação a saúde e segurança dos profissionais da área, obrigou o sindicato promover o “arrastão”. Equipe do Ministério verificará a aplicação do conteúdo das Normas Regulamentadoras 12, 15 e 35, existência de empregados sem registro, pagamento irregular de seguro desemprego e a venda de laudos falsos de programas de saúde ocupacional. Este ato fiscalizador está sendo precedido de palestras de orientação – gestão de riscos ocupacional, promovidas pelos Stimmme “para alertar as empresas a obedeceram o que está escrito nas leis”, explica o dirigente sindical. Foram dadas todas as oportunidades possíveis para que as empresas se adequassem. “Agora é o momento de fazer as cobranças”, esclarece.

 

Legalidade - Com a iniciativa o sindicato também está prestando “relevantes serviços” aos empreendimentos que cumprem rigorosamente as legislações. Pedro Campos destaca que das 2.500 empresas da área na região, pelo menos 600 pequenas empresas atuam irregularmente, sem alvarás e funcionando em porões inadequados ou locais insalubres “sem as mínimas condições de trabalho, saúde e segurança”. Estas “empresas” conhecidas como “boca de porto”, causam elevados prejuízos a quem trabalha corretamente.

 

Ao cumprir suas atividades, a absoluta maioria dos profissionais “está exposta a graves riscos”. Este perigo exige o ajustamento das empresas às condições ideais de segurança e saúde do trabalhador. O superintendente regional do Ministério do Trabalho e Emprego de Santa Catarina, Roberto Lodetti enfatiza que o setor metal mecânico é um dos primeiros em mortalidade e o terceiro em adoecimento “devido o descumprimento de leis”. No conjunto de 122 mil empresas do Estado onde estão mais de 800 mil trabalhadores com carteira assinada, são emitidas mais de 28 mil CAT´s (Comunicado de Acidente de Trabalho) por ano e registradas seis mortes por mês. Outra consequência do desrespeito é que dos 43 milhões de trabalhadores ativos no país, da iniciativa privada, 10 milhões estão recebendo auxilio doença da Previdência Social.

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Poluição: lixo, esgoto e metais pesados ameaçam os rios do Brasil

 

Se a importância de se buscar o uso racional da água no dia a dia já é comumente disseminada no meio empresarial e entre a população, a crise hídrica em São Paulo evidencia a urgência da situação. Ainda que rios, lagos e córregos abasteçam regiões inteiras e desempenhem um papel fundamental na vida de todos, a preservação dos cursos d'água no Brasil está longe de ser a ideal.

 

De acordo com uma pesquisa desenvolvida pela ONG SOS Mata Atlântica, o cenário não é nada favorável: apenas 11% dos rios brasileiros analisados foram considerados de boa qualidade, enquanto 35% receberam a classificação de “ruins” e 5% estavam em situação crítica. O restante, 49%, é considerado pela organização como regular.

 

Os piores índices encontrados pelo estudo se localizam nos centros urbanos. Falta de tratamento de esgoto, lançamento ilegal de efluentes industriais e desmatamento, são as principais fontes de contaminação e poluição dos recursos hídricos.

 

Os melhores índices, por sua vez, estão em áreas protegidas pela lei, como a bacia do Alto Tietê, na Área de Proteção Ambiental (APA) Capivari-Monos, em São Paulo; em Extrema (MG), na APA Fernão Dias e no Espírito Santo, no município de Santa Teresa, conhecido como Santuário Capixaba da Mata Atlântica. O levantamento foi realizado em 177 pontos de 96 rios em sete estados brasileiros.

De onde vem a poluição?

Convenções internacionais estabelecem que qualquer tipo de material ou substância que interfira no equilíbrio de um determinado ecossistema é considerado um poluente. Neste sentido, a degradação dos nossos rios possui várias causas, inclusive o comportamento inadequado ou conivente da população ao fazerem o descarte de seus resíduos de forma irregular ou não cobrarem de empresas e governos uma postura mais sustentável.

 

No caso das águas, os principais e mais comuns poluentes são esgoto doméstico, petróleo e seus derivados, metais pesados, substâncias organocloradas (poluentes orgânicos persistentes) e o lixo. Veja abaixo como cada um dos fatores impacta na sociedade e como você pode fazer para diminuir o dano ao recurso natural mais precioso do planeta:

Esgoto doméstico

Com o lançamento do esgoto ou efluente doméstico não tratado nos rios, há um aumento da matéria orgânica na água, o que faz com que o equilíbrio local seja afetado, ocorrendo o aumento de determinados microrganismos e a dificuldade de desenvolvimento de outros. Esse processo, conhecido como eutrofização, pode levar ao surgimento de microalgas e ao sufocamento de peixes e outras espécies, além da transmissão de doenças presentes nas fezes humanas para outros consumidores da água. Sem citar o fato de que o esgoto doméstico pode estar contaminado com substâncias tóxicas não orgânicas.

 

Neste caso, é preciso conhecer bem qual a destinação correta para cada tipo de esgoto produzido pela residência/indústria, além de procurar se informar sobre a existência ou não de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) na região e sua eficiência.

Efluentes industriais

O lançamento de efluentes provenientes das atividades industriais em rios, lagos e córregos provocam um sério desequilíbrio no ecossistema. As alta cargas poluentes presentes nesse tipo de resíduo provocam efeitos tóxicos nos seres vivos do local, podendo se acumular em seus organismos, influenciando também a rotina do ser humano, podendo causar doenças e, em casos mais graves, até a morte. Veja mais em nosso artigo “Conheça as doenças causadas pelo “não tratamento” do esgoto”.

Metais pesados

Geralmente resultantes de processos industriais, substâncias como o mercúrio, o chumbo e o cádmio são classificados como metais pesados e têm uma capacidade tóxica altíssima. Eles se acumulam no organismo e podem causar sérios problemas, como câncer ou outras doenças.

A medida para se evitar esse tipo de desastre cabe às indústrias: todo os rejeitos do processo produtivo devem ser corretamente destinados. Além disso, essas empresas precisam ser fiscalizadas e monitoradas. Caso a indústria não realize o tratamento adequado, esses metais serão lançados nos rios, contaminando todo o curso de águas.

Poluentes Orgânicos Persistentes (POP)

Os poluentes orgânicos persistentes (POP) são organoclorados que não se degradam facilmente na natureza e surgem da produção de pesticidas e plásticos. Um exemplo de POP é o DDT, muito usado na década de 70 em produtos de controle de pragas agrícolas. Atualmente, como seus efeitos altamente nocivos são conhecidos, ele é proibido. Mas é papel do consumidor sempre verificar se há presença desse tipo de substância naquilo que consome.

Lixo

Se em terra firme o lixo mal destinado já traz sérias consequências, imagina em alto mar, sem o menor controle? Através das praias ou mesmo de esgotos sendo despejados diretamente nos rios, o lixo chega diretamente à fauna marítima, sem contar as embarcações, tais como veleiros, cargueiros ou navios turísticos, que despejam seus resíduos nas águas. Nesse cenário, os animais muitas vezes confundem plástico e vidro com seus alimentos naturais e morrem engasgados ou sufocados.

Qual a sua opinião sobre a atual situação dos rios brasileiros? Como sua família ou indústria contribui para a mudança deste cenário? .

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Aos resíduos sólidos, observa-se

 

O gerenciamento de resíduos sólidos constitui um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, a adequada coleta,armazenamento, tratamento, transporte e destino final adequado, visando a preservação da saúde do trabalhador e pública, qualidade do meio ambiente.

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos- é o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos geradores de resíduos das diversas atividades, contemplando os aspectos referentes à segregação, coleta, manipulação, o acondicionamento, o transporte, armazenamento, tratamento a reciclagem e a disposição final dos resíduos sólidos.


Lei Nº 12.305/2010 – Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Pesquisar a Política do seu Estado de Resíduos Sólidos e respectivos decretos

ABNT NBR 10.004/2004: Classifica os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente

DOWNLOAD NBR 10 004/2004:http://www.aslaa.com.br/legislacoes/NBR%20n%2010004-2004.pdf

Resolução CONAMA Nº 307/2002: Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.

Resolução CONAMA Nº 401/2008: Estabelece critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado de pilhas e baterias.

Resolução CONAMA Nº 396/2008: Dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento das águas subterrâneas e dá outras providências.

Resolução CONAMA Nº 275/2001: Estabelece código de cores para diferentes tipos de resíduos na coleta seletiva.

Resolução CONAMA Nº 313/2002: Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais.

Resolução CONAMA Nº 006/1991: Dispõe sobre o tratamento dos resíduos sólidos provenientes de estabelecimento de saúde, portos e aeroportos.

Resolução CONAMA Nº 05/1993: Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos sólidos gerados nos portos, aeroportos, terminais ferroviários e rodoviários.

Resolução CONAMA Nº 362/2005: Dispõe sobre o recolhimento, coleta e destinação final de óleo lubrificante usado ou contaminado.

Resolução CONAMA Nº 358/2005: Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.

Resolução RDC Nº 306/2004 – ANVISA: Dispõe sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos de serviço de saúde.

Mais informações entrem em contato com a Secretaria do Estadual do Meio Ambiente do seu Estado.

Eficiente instrumento de defesa da saúde e segurança do trabalhador

 

Chapecó (23.09.2014) - As exigências contemporâneas provocadas pela busca da perfeição com auxilio das inovações tecnologia, apesar dos inquestionáveis e extraordinários benefícios, significam a geração de consequências, muitas vezes sem precedentes, à saúde física, mental, social e a segurança dos trabalhadores. Favorável é que o conceito de “acidente de trabalho”, que origina as doenças profissionais, já é compreendido por um número bem maior de pessoas, líderes e instituições.

 

Existe consciência, mais ainda não suficiente, que a saúde e segurança nas atividades tornaram-se setores multidisciplinares, buscando a prevenção dos riscos ocupacionais no mundo do trabalho. O processo produtivo passou a exigir mais dos trabalhadores e, em consequência, eles ficaram mais suscetíveis ao acidente, sem que postura mais radical diante das evidências fosse tomada por todo o conjunto envolvido.

 

O trabalho é fonte de lesões, adoecimentos e mortes. Para agravar a situação, a analogia entre o trabalho, saúde e segurança, nem sempre foi um foco de todas as atenções. Para combater esse “preconceito” não há um único espaço disponível para a prevenção da saúde e segurança dos trabalhadores, onde não esteja o Siticom Chapecó. Mais que um dever “é nossa obrigação cuidar das pessoas”, define a presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Chapecó Izelda Oro.

 

O sindicato usa todas as “ferramentas” possíveis para evitar qualquer tipo de prejuízo aos profissionais que representa. O Siticom promove eventos como palestras, encontros, seminários e debates com este objetivo. Também executa outras iniciativas e adota medidas com a mesma visão: formar consciência sobre as questões. 

 

Fonte - As doenças ocupacionais têm varias origens, mas em considerável escala, resultam das precárias condições de trabalho. Os acidentes, exceção às fatalidades, ocorrem pela falta de segurança e, em alguns casos, devido à escassa mentalidade dos empregadores. “Eles não entendem que aplicar em saúde e segurança não é custo, mas sim investimento”. Izelda argumenta que nas visitas aos canteiros de obras, indústria de móveis, madeireiras e marmorarias os empresários apresentam as mais diversas alegações. A mais frequente é o desconhecimento da legislação. “Tudo não passa de estratégias para burlar as leis”, define. A instituição sindical “executa seu papel” apresentando chek list das irregularidades e a fiscalização efetua as devidas multas por empregado sem o devido registro na Carteira Profissional do Trabalho.

 

A sindicalista enfatiza que o tema – saúde e segurança profissional – não pode dispensar a conjugação de esforços entre capital e trabalho por se constituir em uma imperiosa necessidade “para proteger a saúde e preservar a vida dos trabalhadores”. Observa que as partes “precisam conhecer e se envolver no processo”, motivos que exigem planejamento. O Siticom cumpre relevante papel neste processo. Para o sindicato esta é uma área em permanente construção. Por isso centenas de medidas, que buscam assegurar saúde e segurança a quem produz são executadas diuturnamente. A mais recente iniciativa é a promoção de amplo debate entre várias secretarias do Município e sindicatos patronais. A ação visa incentivar os microempreendedores e a legalidade no desenvolvimento de suas atividades econômicas, “mas cumprindo integralmente a legislação trabalhista e as Normas Regulamentadoras”.

 

Custo humano do descaso

A cada ano morrem mais de 3.500 trabalhadores no país, vítimas dos mais de 700 mil acidentes de trabalho.  Com 50 mil acidentes por ano, a construção civil está entre as primeiras no ranking nacional das profissões mais afetadas. A resistência ao uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI e o descumprimento de normas são os principais componentes que elevam o volume de acidentes de trabalho na construção civil.

 

Para o procurador do Ministério Público do Trabalho de Chapecó, Marcelo Goss Neves, o não uso do EPI é uma questão cultural que significa “prejuízos pessoais” aos trabalhadores e “financeiros” às empresas e ao governo. Mesmo diante dos riscos que a atividade desprotegida oferece, ainda não existe a devida atenção patronal e suficiente consciência formada junto aos profissionais. As consequências, entre elas a morte do acidentado, acabam não inibindo e as estatísticas dos acidentes continuam crescendo.

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