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Doenças ocupacinais podem ser evitadas com alongamentos diários

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Data: 10/03/2014 / Fonte: DCI - SP.

 

Data: 17/03/2014 / Fonte: Mercur O número de brasileiros que dedicam cada vez mais parte do seu tempo ao trabalho aumenta constantemente. Além disso, com a facilidade das novas tecnologias, como os tablets e os smartphones, as pessoas levam funções do trabalho para serem feitas em casa e também acabam não se desconectando totalmente durante o período em que tiram férias, o que pode prejudicar a saúde mental e física do corpo. Esta sobrecarga nas atividades pode levar ao surgimento das doenças ocupacionais, que são diretamente relacionadas às atividades desempenhadas pelo trabalhador. São mais comuns as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho (DORT), que englobam cerca de 30 doenças, como por exemplo, tendinite (inflamação de tendão) e tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões).Decorrentes de movimentos repetitivos, posturas inadequadas, sobrecarga mental, ritmo intenso de trabalho, pressão por produção e estímulo à competitividade, as Lesões por Esforços Repetitivos podem se desenvolver em homens e mulheres, geralmente nas fases mais produtivas profissionalmente. Os sintomas característicos percebidos são dor, que pode se tornar crônica com o tempo, sensação de formigamento, fadiga muscular e cansaço, podendo se agravar e caracterizar também alguns fatores psicológicos como depressão e afastamento das relações sociais. "Uma importante recomendação é ater-se para as tarefas realizadas nos diferentes ambientes, seja doméstico, trabalho ou atividades de lazer, bem como revisar o local quanto aos fatores ergonômicos, como a iluminação, temperatura, mobiliário, posições adotadas e postura nas tarefas realizadas", sugere Tânia Fleig, fisioterapeuta da Mercur.Segundo pesquisa realizada pela empresa Regus em 2011, 43% dos profissionais do Brasil dedicam entre nove e onze horas diárias ao trabalho e 17%, mais de onze horas. A profissional recomenda que sejam introduzidas pausas no ambiente de trabalho e atividades como a ginástica laboral, e mudança de hábitos para um estilo de vida mais saudável."São indicados exercícios de alongamento e automassagem que podem ser realizados no início, meio ou final do expediente, ou ainda em casa, utilizando dispositivos como faixas elásticas, bolinhas de massagem, entre outros", afirma Tânia.Confira abaixo, mais algumas dicas concedidas pela fisioterapeuta:Para quem trabalha sentado:-O ideal é que a planta de seus pés esteja toda apoiada no chão, com os joelhos flexionados a 90º. Tenha cuidado para não exercer pressão entre a região posterior dos joelhos e a cadeira, pois isto comprime os vasos sanguíneos e dificulta o retorno venoso das pernas, contribuindo para formações de varizes e causando dor e formigamento nas pernas e pés. Se necessário utilize um apoio para os pés.-Utilize cadeiras giratórias e evite realizar movimentos rotacionais bruscos com o pescoço e tronco. O mais adequado é levantar-se da cadeira ou girá-la.-Procure levantar a cada 30 minutos, pois uma rápida caminhada estimula o retorno venoso das pernas através da contração muscular. Lembre-se de alongar braços, tronco e pernas pelo menos três vezes durante seu expediente.-Aproxime sua cadeira da mesa, evitando flexionar seu tronco ou a cabeça para digitar e mantenha as costas bem apoiadas no encosto da cadeira.-Para quem trabalha com computador, o ideal é manter o monitor a uma distância entre 45 a 75 cm dos olhos, regulando sua altura à linha de visão.Para quem trabalha em pé:-O ideal é usar calçados confortáveis, macios e sem saltos. Em muitos ambientes de trabalho o uso de calçados fechados é obrigatório. Se este for o caso e se os pés costumam ficar inchados ao longo do dia, uma dica é não apertá-los muito, deixando um pouco de folga para os pés dentro dos sapatos.-Procure alternar a posição de apoio sobre uma perna e outra, e sempre que possível, dê pequenas caminhadas e realize movimentos circulares com os pés para estimular a circulação sanguínea e minimizar as dores, desconfortos, inchaço e o aparecimento de varizes.-Procure ficar em postura ereta, evite ficar inclinado para frente ou para os lados por muito tempo. Para quem utiliza mesas ou bancadas para manusear peças e/ou objetos, o ideal é que estas estejam a uma altura próxima a do umbigo e próximas ao corpo. Procure manter os cotovelos flexionados a aproximadamente 90º e os ombros relaxados, isto ajuda a evitar tensões musculares na região cervical, nos ombros e costas.-Para pegar algum objeto no chão, procure flexionar os joelhos agachando ao invés de curvar-se para frente. Ao carregar algum objeto pesado, como uma caixa, por exemplo, procure mantê-lo próximo ao corpo, com os cotovelos flexionados.Para Alongar: -Em pé ou sentado, com a postura ereta e mãos na cintura, aproxime a orelha do ombro, incline a cabeça para a direita e para a esquerda, permanecendo em cada posição por 15 segundos.-Com a postura ereta, suba os ombros, aproximando-os das orelhas e em seguida relaxe. Repita essa movimentação por 10 vezes.-Em pé ou sentado, abra e feche a mão alternadamente, repetindo por 10 vezes.-Sentado mais à frente na cadeira, mantenha uma perna flexionada e apoiada no solo e a outra esticada a frente e com o calcanhar apoiado. Curve para frente tentando alcançar com a mão a ponta do pé no lado da perna esticada. Este alongamento também pode ser realizado em pé, permaneça em cada posição por 15 segundos.-Para realizar o relaxamento muscular, utilize uma bolinha de massagem e realize movimentos circulares exercendo leve pressão na região cervical, ombros, braços, região lateral dos cotovelos e punhos.

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Fornecer e fiscalizar uso de EPIs afastam insalubridade

 

Data: 26/03/2014 / Fonte: Consultor Jurídico

 

Nova Lima/MG - O empregador que fornece e fiscaliza o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) afasta o pagamento de adicional de insalubridade. De acordo com o juiz Lucas Vanucci Lins, da Vara de Trabalho de Nova Lima (MG), ausente risco à saúde ou à vida dos trabalhadores, não há direito ao adicional de insalubridade.O juiz aplicou esse entendimento ao julgar improcedente o pedido de adicional de insalubridade feito por um trabalhador. De acordo com ele, no caso, ficou constatado que a empregadora foi diligente no fornecimento e fiscalização do uso de EPIs pelos empregadosEm sua decisão, o juiz explica que o adicional de insalubridade, assegurado constitucionalmente, é devido aos trabalhadores que exerçam atividades ou operações insalubres ou aquelas que exponham os empregados a agentes nocivos à saúde acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza, da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos (artigo 7º, XXIII da CF/88 e artigo 189 da CLT).Mas o empregador cumpridor de seus deveres poderá adotar medidas que preservem a saúde dos trabalhadores e afastem o pagamento do adicional em questão. Nesse sentido, a insalubridade poderá ser eliminada ou neutralizada mediante a adoção de medidas que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância, bem como pela utilização de equipamentos de proteção individual que diminuam a intensidade do agente agressivo. No caso, os trabalhadores alegavam sofrer exposição excessiva a agentes insalubres, em razão do uso de produtos químicos, além do ruído, energia elétrica, calor e inflamáveis. Determinada a realização de prova pericial, esta foi conclusiva pela caracterização da insalubridade. Segundo o perito, os trabalhadores se expunham à insalubridade, já que eles não faziam uso de equipamentos de proteção, uma vez que não constava fornecimento de equipamentos de proteção nas fichas de entrega desses equipamentos.Mas a empresa conseguiu produzir prova testemunhal que descaracterizou o laudo pericial. Foi comprovado, não só que os trabalhadores receberam botas, máscaras, luvas de látex e protetor auricular, mas também que o uso destes era sistematicamente fiscalizado pela empregadora.Frisando que o julgador não está adstrito às conclusões periciais (artigo 436 do CPC), o juiz sentenciante entendeu que a prova técnica foi desconstituída, já que suficientemente demonstrado o uso de EPIs pelos empregados. Por isso, julgou improcedentes os pedidos de adicional de insalubridade. Houve recurso dessa decisão, que foi confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais.

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O adiamento do eSocial

 

Data: 05/02/2014 / Fonte: O Estado de S.Paulo.

 

Os sucessivos adiamentos do prazo para a implantação do eSocial - por meio do qual as empresas terão de repassar em tempo real aos órgãos fiscalizadores informações sobre folha de pagamentos, obrigações trabalhistas e previdenciárias e impostos incidentes sobre vínculos trabalhistas - mostram que até mesmo o governo, o maior interessado no assunto, ainda enfrenta dificuldades e tem dúvidas sobre a operacionalidade do novo sistema.Iniciativas semelhantes, como a criação da nota fiscal eletrônica (NF-e) e do sistema de escrituração digital do ICMS e do IPI, foram implementadas de maneira gradual, mas, no caso do eSocial, o governo quis acelerar o processo, fixando prazos tão apertados que, muitas vezes por pressão dos contribuintes, vem sendo sucessivamente obrigado a estender.A data inicial para a vigência do novo sistema era janeiro deste ano. De maneira informal, o prazo foi prorrogado para abril e depois para junho. O prazo mais recente é outubro, quando as empresas optantes pelo regime tributário de lucro real e com receita anual superior a R$ 78 milhões deverão passar a enviar as informações de acordo com as novas regras. As guias de recolhimento dos tributos serão substituídas por documentos eletrônicos a partir de 1.º de janeiro de 2015, data em que os demais contribuintes também deverão estar integrados ao novo sistema.O Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, nome oficial do eSocial, é o último componente do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Instituído em 2006, o Sped tem como objetivo principal a padronização das informações contábeis, fiscais e trabalhistas e a integração dos órgãos fiscalizadores dos três níveis de governo (federal, estadual e municipal).Em tese, são muitas as vantagens do eSocial - não só para o governo, que terá informações mais precisas sobre as atividades dos contribuintes sujeitas à tributação, o que facilitará o combate à sonegação, mas também para as empresas, com a redução da burocracia, a eliminação de muitos papéis e a dispensa de prestação de informações redundantes ou repetidas para os diversos órgãos de fiscalização. Tanto para o governo como para o contribuinte, haverá mais segurança sobre os dados informados.Mas sua implementação impõe custos e cria problemas para os contribuintes, além de aumentar o controle do governo sobre as empresas e os cidadãos. O eSocial permitirá, por exemplo, cruzar dados pessoais dos trabalhadores - nome, data de nascimento, filiação, CPF e número de registro no PIS - com outras informações sobre eles disponíveis nos registros mantidos pelo governo, como situação previdenciária e eventuais benefícios por eles auferidos. No caso das empresas, os órgãos de fiscalização terão facilitado o acesso à boa parte de sua realidade financeira e tributária, bem como à sua política de gestão de pessoal, por meio dos dados do Sped e do eSocial.Além de mais expostas à ação do Fisco, as empresas incorrerão, pelo menos na fase de implantação do sistema, em custos adicionais, o que, para as de menor porte, pode significar o comprometimento de boa parte da lucratividade. O fato de o manual do eSocial conter 200 páginas e 20 tabelas com centenas de itens a serem preenchidos dá ideia das dificuldades.Ao testar o sistema apenas com empresas de grande porte, que geralmente dispõem de sofisticados sistemas de informática, o governo ignorou a situação das empresas menores. Além disso, ao obrigar todas as empresas, de qualquer porte, de qualquer atividade e de todas as regiões do País a aderir ao novo sistema num período muito curto, o governo não levou em conta as imensas disparidades entre elas. Boa parte delas opera em municípios onde não chegou, por exemplo, o serviço de internet de banda larga.O adiamento agora anunciado era medida necessária e dá tempo para que o governo reveja o programa, instituindo, por exemplo, sua implementação escalonada, por tamanho ou setor de atividade da empresa ou sua localização.